Rita Fontes

Rita Fontes formou-se em Tecnologias de Comunicação Audiovisual no Instituto Politécnico do Porto, apresentando uma tese final sobre Fotografia da Dança. Foi durante o curso que iniciou a sua formação
nesta área, primeiramente com a Capoeira e a Dança Afro-contemporânea e mais tarde com a Dança Oriental através de Prisca Diedrich.

Paralelamente à Dança Oriental, que tem estudado com vários professores, destacando Myriam Szabo, Annie Nganou, Shokry Mohamed, Paula Lena, Selwa, Lesya Starr e Raksan, Rita complementa a sua
formação em danças étnicas com workshops de Dança Cigana e Duende com Myriam Szabo, de Dança Indiana com Tarikavalli, e de Danças Africanas tradicionais e tribais com Petchú, Mark N’danou, Toni Tavares e Avelino.

Rita tem enriquecido a sua formação de bailarina e professora de Dança com vários cursos e aulas:
no CEM: cursos sobre o Corpo , aulas de Ballet e Dança Contemporânea
com Sofia e Filipa Neuparth,
no Fórum Dança: Seminário de Pedagogia em Dança Criativa, aulas de
Yoga, workshop de Feldenkrais e Pilates.

Em 2001 iniciou a sua actividade de formadora de Dança Oriental no Porto no «Yoga House», a convite de Prisca Diedrich, tendo continuado a ensinar até à actualidade, e dando, assim, início à sua actividade
profissional na esfera da Dança Oriental.

Para além de membro fundador das «Zambra», Rita foi também co-fundadora do primeiro grupo de dança oriental do país, as «Gawazee», sediado no Porto.

Destaca-se o seu trabalho como bailarina convidada do grupo luso-francês «Biiris Babong», bem como do grupo português «Terrakota» e dos franceses «In-Taberna» (em Portugal, França e Escócia), para além da sua assídua colaboração com os grupos «Al Caravan» (Marrocos) e «Cornos de Cabra» (Espanha) em feiras Medievais de todo o país e em Finalle Ligure (Itália), a convite da Associação Viv´Arte.

Rita Fontes traça o seu caminho guiada entre paixão da Dança e das Artes AudioVisuais que a levam, por um lado, aos caminhos do Rajastão (norte da Índia) onde vive com uma família da casta cigana Sapera, de
forte tradição artística, e tem oportunidade de descobrir a Kalbelya, a dança cigana característica desta região; ou bem às portas do deserto do Sahara, onde vive com uma família Gnawa, partilhando,
observando e registando de perto a sua cultura.

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